22/10/2014

Momento Cultural de Séries Iniciais!

O Momento Cultural da Escola aconteceu no dia 10 de outubro. Com o objetivo mostrar para a comunidade escolar o que vem sendo trabalhado em sala de aula. Além de proporcionar momentos de descontração, atraiu todos os alunos dos anos iniciais a subirem ao para  ao palco e  mostrar seus talentos . Contamos Também com a visita da "Abelhinha" do Programa União Faz a Vida para entregar uma lembrança pelo dia da Criança.




Parabéns aos alunos pela bela apresentação!



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Jovem Escritor!Edição 10/2015!

Herói

O menino tinha nascido num hospital de Nova York, nos Estados Unidos da América. Mas seus pais não o queriam.
Era um dia de chuva quando jogaram o menino no rio. E ele desceu rio afora... Esse mesmo rio passava aos fundos do campus da Universidade de Nova York: um grupo de estudantes viu a criança dentro do rio, numa caixa de isopor e resgataram ele. E notaram alguma coisa diferente nele: o tal menino tinha grandes poderes. No dia seguinte, todo mundo da classe que salvara o menino tinha superpoderes, menos a professora. Os estudantes estavam pensando que a mãe do menino era a professora, pois os alunos Paul  e Marcia tinham visto a mestre chorando no começo de uma aula, alguns anos antes. Aliás, esses dois alunos tinham o poder de lançar raios vermelhos pelos olhos e de correr muito...
O menino cresceu e demonstrou ter o poder de sumir de um lado e aparecer em outro. Seu nome era Tobias. O tempo passou, e, anos depois, soube-se que a professora era mesmo a mãe do menino: ela, quando abandonou a criança, não tinha condições de criá-lo.
Quando suas condições de vida melhoraram, ela procurou muito, e encontrou seu filho: pediu desculpas, mas ele não aceitou. Tobias queria respostas, queria saber quem era seu pai. Na verdade, o pai de Tobias era alcoólatra, violento; tinha pressionado a mãe a jogar o filho no rio.
O tempo cruzou e quando se viu Tobias era um homem feito: já tinha 34 anos.  O dia estava frio, nevava, alguém bateu à porta de Tobias: era um velho senhor, com frio e fome. Tobias convidou a entrar, deu-lhe comida e um cobertor, perguntou qual era o nome do velho. Conversaram, e soube-se que o mendigo tinha um filho que abandonara no mundo.
- Quantos anos tinha seu filho da última vez que o viu?
- Da última vez que o vi, ele estava no hospital: era recém-nascido. É uma história triste, eu joguei ele no rio em Nova York. Ele foi rio abaixo, dentro de uma caixa de isopor. O rio passava perto de uma universidade... Não sei o que houve com ele.
- Meu pais também me jogaram ao rio e até hoje ainda não conheço eles.
Depois que o velho foi embora, Tobias pensou que poderia ser filho daquele senhor. Resolveu procurá-lo, solicitou um teste de DNA, o senhor aceitou fazê-lo. E não é que o teste comprovou que Adam, esse era o nome do senhor, era mesmo o pai de Tobias?!
O perdão falou mais alto: Tobias abraçou seu velho pai. De agora em diante tinha alguém de seu próprio sangue a quem chamar de pai. Durante toda uma vida não sabia direito o sentido da palavra ‘’pai’’. Agora talvez descobria. Tarde na vida, mas antes tarde que nunca.
Para falar bem a verdade, o maior presente de Tobias era outra coisa: o perdão. Perdoar é a coisa mais difícil na  vida. E ele perdoou a quem não teve compaixão por ele. Para perdoar é preciso jogar fora o orgulho. Dali para frente, Tobias começou a ser um homem mais feliz. E decidiu permitir que os dias de vida de sua mãe também fossem mais felizes: procurou por ela, e disse que a perdoaria pelos erros do passado. Talvez ele tivesse algum irmão. E pensou: se eu tiver um irmão, será que é parecido comigo?
Quando voltou para casa, depois de perdoar sua mãe, olhou-se ao espelho, e sorriu: era, sim, um grande homem! Um herói!

Gabriel Machado, 6º ano III, matutino.
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10/10/2014

PROJETO POESIA TEM TUDO A VER


PROJETO POESIA TEM TUDO A VER

O III Concurso de declamação de Poesias da Escola Amélia Poletto Hepp aconteceu no dia 03 de outubro. Com o objetivo de incentivar o estudo da poesia, a criatividade, a oralidade e descobrindo novos talentos o concurso atraiu a maioria dos alunos dos anos finais a subirem ao palco do anfiteatro do centro de eventos da cidade para declamar poesias de suas escolhas e concorrer ao 1º, 2° ou 3º lugar entre as categorias 6º, 7º e 8º anos, em subcategorias individual e dupla ou trio.
O projeto, em sua terceira edição contou com o apoio da secretaria municipal de educação, APP da escola e Consórcio Machadinho para premiação.

No período matutino os vencedores são:
Categoria A 6º ano Dupla ou trio:
1º lugar: João Pedro e Wollison Felipe; 2º lugar: Gabrielly Andreolla e Eduarda Beatriz Martinazzo; 3º lugar: Larissa Rodrigues, Gabriela Cristina da Silveira e Gisely Frisch.
Categoria Individual: 1º lugar: Gabrielly Andreolla; 2º lugar: Pedro Henrique Potrich; 3º lugar: João Gabriel Azeredo.

Categoria B 7º ano Dupla ou trio:
1º lugar: Henrique Marcon, Mikael Henrique Deon, Samuel Dalmagro; 2º lugar:Micheli Minks, Gustavo Trindade e Laressa da Silva; 3º lugar: Ahdassa Ferreira Brandão e Amanda Emanuele Port Zastrow.
Categoria Individual: 1º lugar: Ahdassa Ferreira Brandão; 2º lugar: Micheli Minks;3º lugar:Tabata Fernanda Damacena.

Categoria C 8º ano Dupla ou trio:
1º lugar: Andressa Sales do Carmo, Layla Fernanda Giacomim e Maria Eduarda Potter Fries; 2º lugar: Ana Luiza Fries, Eduarda Cristina Eggers Koch e Larissa Agostini; 3º lugar: Gabriela Daneleski e Letícia Fontanela.
Categoria Individual: 1º lugar: Gabriela Daneleski; 2º lugar: Gabriel Dal Santo dos Santos; 3º lugar: Ana Luiza Fries.

No período Vespertino os vencedores são:
Categoria A 6º ano Dupla ou trio:
1º lugar: Maira Pereira dos Santos e Larissa Gerhardt de Morais; 2º lugar: Vitória Regina Streit e Gabrielly Gomes; 3º lugar: Kauane Maria França Pilatti e Stephanie Borela Gonçalves .
Categoria Individual: 1º lugar: Pedro Henrique Giequelin Silveira; 2º lugar: Francielle Koch; 3º lugar: Natália Fries.

Categoria B 7º ano Dupla ou trio:
1º lugar: Higor Felipe Banholine, Lilian Gauger e Luana dos santos Martins; 2º lugar: Bruno Schiochet e Grigor Kilquer; 3º lugar: Regina Venite e Kettelin de Souza.
Categoria Individual: 1º lugar: Higor Felipe Banholine; 2º lugar: Luana dos Santos martins;3º lugar: Ruan Pablo Rodrigues de Barros.

Categoria C 8º ano Dupla ou trio:
1º lugar: Marcelo Henrique Lenhardt e Anderson Gonçalves; 2º lugar: Taylor Vinícius Bleichuvech e André Luiz Monteiro Willrich; 3º lugar:Liliana Carla Zitta e Mateus Henrique Weber Peise.
 Categoria Individual: 1º lugar: Rodimar Bernardi Almeida; 2º lugar:Lucas Pilatti;3º lugar: Guilherme Borin.
 

Os alunos estão de parabéns pelas belas apresentações e superação. Assim como os professores da escola que contribuíram com o evento!

 



 

 
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09/10/2014

Jovem escritor! Edição 09/2014

MENINO POR UMA CORRIDA

Meu nome é Maria. Moro em um vilarejo calmo, rodeado por pastos verdes, no interior de Santa Catarina. Nasci em uma época em que apenas os homens eram valorizados no atletismo: mas consegui participar de uma corrida. De um jeito estranho, mas consegui.Era quase ao cair da noite, meu pai, um comerciante, chegava do trabalho, mamãe fazia sopa de lentilha com carne, meu irmão gêmeo treinava para as competições de atletismo. E eu, por entre verdes pastos, levava um balde, a caminho da nossa vaca, Pechincha. (O nome dela era assim porque custou uma pechincha mesmo!). Comecei a tirar o leite, quando ouvi um grito: pela voz e pelo choro que logo começou, dava para saber que era meu irmão. Abandonei o balde e a vaca, e corri em direção ao Ítalo. Enquanto corria, um sentimento horrível me envolvia, e eu sentia como se algo muito ruim fosse acontecer. Meu coração foi frágil naqueles instantes: uma lágrima já rolava pelo meu rosto. Quando cheguei em casa, Ítalo, deitado na grama, gemia de dor. Papai e mamãe não ouviram o grito dele: conversavam sobre assuntos da política local, como sempre! Ajudei-o a se levantar: estendi a mão e ele a agarrou com força. Puxei-o, mas quando depositou o peso do corpo sobre as pernas, caiu novamente. Disse a ele que provavelmente havia quebrado a perna ou o pé. Meu irmão ficou pálido: e eu vi uma ponta de preocupação em seus olhos. Depois, chamei meus pais. Eles, correndo, foram socorrer Ítalo. Eu os segui, o coração apertado, tenso. Durante o jantar, tudo muito respeitoso, eu percebi que Ítalo, a perna enfaixada, fraturada pela queda que teve enquanto corria, tinha os olhos cheios de medo. Ao final do jantar, meu pai começou uma conversa que meu irmão com certeza não queria ouvir: não dava para participar das competições de atletismo. Ítalo, tenso, disse que precisava contar algo, mas que antes pedia que eu não o ‘’matasse’’. Ele, com voz trêmula, disse que um menino da escola havia lhe mostrado uma moeda de outro país. E que havia recebido-a  por ter vencido uma corrida. Então Ítalo desafiara o menino, dizendo-lhe que era o mais veloz. Se Ítalo ganhasse a aposta, ganharia do menino a moeda. Mas se perdesse, pagaria 5 moedas do dinheiro da época. Mamãe ficou uma fera de brava! Desesperei-me, sentia um calor imenso correr em minhas veias: queria mesmo era bater em Ítalo, pois dinheiro era coisa escassa em nossas vidas.
Na manhã seguinte perguntei o porquê daquela aposta sem sentido que ele fizera: pediu desculpas, dizendo ter agido sem pensar. Questionei se não tinha como mudar a aposta: o tal menino disse que vira papai alterando a data de validade de alguns produtos de nosso mercado, e que, se Ítalo fosse menos rápido que ele e não pagasse a aposta, ele denunciaria o nosso pai, e, com certeza, o mercado fecharia. Mas, do nada, tive uma ideia. Pulei da cama, fui encontrar-me com papai: eu e Ítalo éramos gêmeos, e, se eu cortasse o cabelo, poderia correr no lugar dele. Eu corria muito bem, e sabia que era minha vez de provar que uma mulher podia participar de uma corrida em igualdade com os homens. Mamãe cortou meus cabelos e fui treinar, correndo pelos campos.
No dia da competição, Jorge (esse era o nome do menino), perguntou se eu estava ‘’preparado’’ para perder. Mas, por sorte!, para evitar que eu falasse e ele percebesse que eu não era Ítalo, foi anunciado o início da competição. Inicialmente ele me ultrapassou, depois, ganhei fôlego e o deixei para trás. Eu perdi a competição: havia garotos mais velozes que eu. Nem me importei. Afinal, ele também não ganhou: livrei meu irmão do prejuízo. Minhas amigas, vendo meu cabelo curto, viraram-me as costas: naquela época, impensável a uma mulher usar cabelo curto. E confesso: de volta para casa, desabafei minhas mágoas com a vaquinha Pechincha - ela escutava-me, mesmo sem entender nada!
Agora, ao sentir esses ventos de outros tempos, vejo que não mudei o mundo, mas mudei o meu mundo: cortei meu cabelo e com ele, libertei-me. Prometi pregar uma em peça Ítalo, por tudo que eu tinha passado pelo meu irmão, pois mesmo tendo sido uma oportunidade de fazer o que queria, corri sérios riscos. Mas desisti de pregar uma ‘’peça’’ em meu irmão: a flor do perdão é a mais nobre das flores. E perdoar, a maior conquista de um ser humano, pois só há perdão onde há um coração cheio de amor.

Ahdassa Ferreira Brandão. 7º ano II, matutino.

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30/09/2014

Jovem Escritor! Edição 08/2014!

O que ser quando crescer?

A maioria das pessoas, já na fase adulta, não seguem a carreira que sonhavam quando jovens. Algumas por falta de oportunidades, outras por não terem recursos para seguir a carreira, e algumas até mesmo por falta de sorte. Bom, se você é jovem, deve entender o que estou dizendo. Na juventude chegamos a uma fase em que precisamos saber exatamente o que ser quando crescer. Então, tentamos encontrar algo que gostamos, ou até mesmo algo que já seguimos na adolescência, como futebol, por exemplo. Pode-se analisar que, enquanto criança, provavelmente entre 7 e 12 anos, queremos ser algo mais popular, como: médico, policial, bombeiro, entre outros. Já na fase da adolescência, entre os 13 a 16 anos, normalmente queremos ser algo em que já praticamos no dia a dia, como jogador de futebol, lutador, artista, entre outras coisas que se pratica no cotidiano.
Quando atingimos os 17 anos, fica mais complicado escolher sua profissão, e isso se torna mais difícil porque já descobrimos que todas aquelas coisas que queríamos ser quando mais jovens, necessitam de muito esforço, às vezes dinheiro, e também, muitas vezes, sorte. Então tentamos encontrar algo mais prático, pensamos em fazer uma faculdade, começamos a trabalhar, temos outra visão de como é a vida. Enquanto estudante, tudo ainda é muito complicado, pois muitas vezes temos de estudar, trabalhar e dar conta de nossos compromissos cotidianos. E, é claro, temos de descansar, afinal, ninguém é de ferro não é?!.
Quando finalmente atingimos os tão ‘’desejados’’18 anos, (maioridade), normalmente, já estamos envolvidos em algum trabalho, então já podemos praticamente nos bancar, sermos independentes, (bom, nem todos, muitos normalmente ainda moram com seus pais, e trabalham apenas para bancar sua faculdade, ou dar aquela ‘’forcinha’’ em casa). Após termos completado 18 anos definitivamente, uma das primeiras escolhas entre muitas, é apoderar-se de uma carteira de habilitação, que nos dias de hoje, já não está tão fácil de conquistar, devido ao fato de o custo para curso, (aulas), estar subindo a cada ano. Nos dias de hoje a carteira de habilitação está em média de R$1.500,00 à R$2.000,00, dependendo muito do local onde se pratica as aulas. Após termos efetuado os ‘’testes’’, e ter em mãos a carteira de habilitação, escolhemos um carro para comprarmos, cujo custo esteja de acordo com nosso salário.
Com o tempo vamos crescendo dentro da nossa carreira profissional, muitas vezes saímos de certo lugar (serviço) para irmos ao encontro de algo melhor. Procuramos um determinado local para morarmos, dali em diante já não teremos tantas vezes a ajuda e os conselhos de nossos pais: temos de nos virar sozinhos. Assim é a vida: muitas vezes somos obrigados a sair de nosso conforto para seguirmos algo novo, novos sonhos, que nem sempre serão tão bons assim!


Carlos Daniel Port, 8º III, matutino
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25/09/2014

Jovem Escritor! Edição 07/2014


O ALEGRE LUGAR ONDE VIVO
 
Minha cidade é um paraíso:
árvores floridas, casas coloridas aqui e ali, prédios...
É como minha casa: cheia de vida, doce, quente, colorida.
Adoro morar aqui.

Em minha cidade há coisas lindas:
praças perto de antigos trilhos de trem.
Trilhos antigos que um dia trouxeram parte da história de nossa gente:
Gente honesta, que não teve medo de lutar pelos seus sonhos.

Em minha cidade há coisas lindas:
Cachorros que alegram seus donos,
Pessoas com sorriso no olhar,
Gado ao redor da cidade, feliz a pastar.

Nas escolas os estudantes são dedicados...
É por isso que nossa cidade é linda, cheia de vida:
Um dia os estudantes crescem, e depositam aqui seus sonhos, suas lutas,
Suas esperanças. E a cidade floresce...

Em minha cidade, há jardins...
Jardins enfeitados com flores do amor, rosas da esperança,
lírios da paz,
flores da amizade.

Aqui o passado é como uma bolacha que já foi degustada:
De seu gosto, belas lembranças.
O presente é uma bolacha que tem a receita sendo sempre aprimorada.
E o futuro, ah!, o futuro é uma bolacha guardada, à espera de uma primeira mordida.

Esse é o lugar onde vivo:
Calmo, colorido,
Que no Natal se enche de luz.
É um terra banhada por um invisível mar de paz.


Gabriely Gomes. 6º ano III, vespertino.
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