24/11/2014

Jovem Escritor! Edição 12/2014





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10/11/2014

Viagem de estudos

  No dia 06/11/14 os alunos do 8º ano realizaram uma visita a Universidade do Contestado- Concórdia, juntos com as professoras Ana Bressan,Ana Silveira,Ana Giequelin e Cristiane Koch. Na visitação os alunos tiveram a oportunidade de conhecer vários laboratórios do campus relacionados com a disciplina e conteúdo de ciências. Durante a atividade os alunos receberam explicações e também visualizaram na prática conteúdos já estudados nas disciplinas.                                                
         Nesta atividade os alunos tiveram a oportunidade também de visitar a rádio da Universidade, assunto estudado no bimestre na disciplina de Língua Portuguesa. Esta visitação foi uma atividade bem significativa e proveitosa, a qual os alunos gostaram de participar.


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06/11/2014

Jovem Escritor! Edição 11/2014


Caminhos cruzados

Hoje é o aniversário de mamãe. É um dia sagrado para mim: sem ela, eu nada seria. E minha vida só existe porque um dia ela decidiu trilhar novos caminhos. Mas para contar isso, precisarei falar de outra pessoa que também é divina para mim: meu pai.

Há muitos anos, quando ainda era pequena, eu ajudava minha mãe a cuidar de meus irmãos. E, na hora do almoço, levava o alimento ao meu pai. Enquanto ele não chegava, eu observava as árvores, as flores, os pássaros e cantava. Então, de repente, ele vinha: sentava-se numa pedra, comia a refeição. E eu ficava olhando ele almoçar. Depois do almoço ele olhava para mim e começava a contar histórias. Uma dessas histórias eu vou contar agora: é sobre o dia em que ele conheceu minha mãe.

‘’Quando eu era pequeno, meus pais me levaram a uma festa: lá conheci sua mãe. Enquanto nossos pais conversavam, eu e sua mãe fomos brincar. Quando eu voltei para casa, não conseguia esquecer sua mãe, com aquele sorriso lindo, com o jeito dela de pegar as coisas: e seus olhos brilhando.

No dia seguinte eu fui para a escola. Ela sentava-se bem na frente, com uma amiga. Então eu pedi para a amiga dela entregar-lhe uma carta: disse que gostava muito dela e que a sua imagem não saía da minha cabeça. Então sua mãe leu a carta, olhou para trás e, no belo sorriso que deu, dava para ver que ela estava feliz com o que eu havia escrito para ela. Os olhos dela brilhavam, brilhavam.

No dia seguinte, quando cheguei à escola, percebi que ela não estava. Então fui para casa, perguntei a meu pai onde que a família dela havia ido. Ele me disse que haviam se mudado. Eu fiquei muito triste. Mas um bom tempo se passou e eu não tinha mais notícias dela. Um dia, quando eu ia para a igreja, encontrei aquela amiga dela: e recebi uma carta que sua mãe tinha escrito para mim. A carta dizia que ela tinha gostado muito de minha atitude, em ter me declarado para ela. Também falava que ia se mudar e não sabia como me dizer isso. Dizia que não quis me avisar porque não queria ferir meus sentimentos e que tinha percebido que eu estava muito feliz. Mesmo assim, longe um do outro, eu comecei a ficar mais feliz, porque sabia, de certeza, que ela também gostava de mim.

O tempo passou, era domingo de manhã, eu estava conversando com meus amigos, veio uma menina linda: percebi que não era estranha, que já tinha visto aquele sorriso em algum lugar. Então aquela linda menina começou a chegar mais perto, calmamente. Ela chegou, perguntou se me lembrava dela. Mas, diante de tanta alegria,  fiquei confuso e perguntei um ‘’quem é você?’’ Ela pegou um papel, entregou-me e sorriu. Abri o papel e vi que era a carta que mandei para sua mãe. Começamos a conversar. Sua mãe comentou que estava com saudades e que não tinha me esquecido. Anos e anos se passaram, e um dia eu pedi a mão dela em casamento. Ela aceitou.

Mas, quando faltava uma semana para o casamento, aconteceu algo ruim: a mãe dela faleceu. Foram dias de choro, de dor. Então remarquei a data do casamento. Quando o grande dia chegou, fiquei muito nervoso. Mas quando vi sua mãe vestida de noiva, toda de branco, com os olhos cheios de felicidade e um belo sorriso no rosto, parecia que tudo tinha mudado: eu era o homem mais feliz do mundo. Os anos se passaram, tivemos filhos lindos e uma filha linda: você.’’

Então ele acabou de contar a história, voltei para casa. O tempo passou, eu me casei, tive duas meninas. Quando ninguém esperava, meus pais se separaram. Eu ficava pensando o porquê dessa separação, pois eles tinham vivido uma linda história de amor. Um dia perguntei a minha mãe por que eles tinham se separado. Ela disse que papai havia se tornado um jogador de cartas, apostava o que tinha. E isso se tornou um vício, levando-o a perder todos os bens que possuíam. Então ela pediu divórcio.

 É difícil a um filho ver seus pais separados. É difícil... Minhas filhas cresceram, e um dia contei isso a elas. Todas as vezes em que conto esse fato, a família fica atenta, para escutá-lo, e todos se emocionam.

Mas mesmo que meus pais não estejam mais juntos, sei que tudo valeu a pena. Porque, afinal, eles permitiram que mais alguém pudesse conhecer essa vida: eu! E não pode haver filme mais bonito que a experiência de viver. E viver bem cada dia, para que haja muita história para contar. Principalmente de novas histórias que nascem quando dois caminhos se cruzam...

Amanda Port Zastrow. 7 ano II.Matutino.

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03/11/2014

Amélia´s Halloween

Halloween (considerado o dia das bruxas e comemorado no dia 31-10) é um costume muito antigo, teve origem na Irlanda. É um dos feriados preferidos das crianças americanas, onde se vestem com fantasias e máscaras e saem nas casas dizendo gostosuras ou travessuras.
No Brasil a festa acontece a mais de 30 anos, difundida pelas escolas de inglês.
Na escola Amélia comemoramos pela quinta vez o Halloween nesta sexta-feira dia 31-10-14, tendo como objetivo promover o conhecimento das manifestações culturais do povo americano, desenvolvendo a criatividade e trabalho em grupo, incentivando o interesse pela Língua Inglesa através do conhecimento sobre o tema, trabalhando pronúncia e vocabulário.
Além de apresentações engraçadas, neste ano aconteceu o IV concurso de fantasias de Halloween.

Vale ressaltar que é apenas uma manifestação cultural folclórica onde as pessoas se divertem, e em nossa escola não temos outro objetivo a não ser criar atividades divertidas, procurando sempre o aprendizado e lado bom das tarefas!




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22/10/2014

Momento Cultural de Séries Iniciais!

O Momento Cultural da Escola aconteceu no dia 10 de outubro. Com o objetivo mostrar para a comunidade escolar o que vem sendo trabalhado em sala de aula. Além de proporcionar momentos de descontração, atraiu todos os alunos dos anos iniciais a subirem  ao palco e  mostrar seus talentos . Contamos Também com a visita da "Abelhinha" do Programa União Faz a Vida para entregar uma lembrança pelo dia da Criança.




Parabéns aos alunos pela bela apresentação!



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Jovem Escritor!Edição 10/2014!

Herói

O menino tinha nascido num hospital de Nova York, nos Estados Unidos da América. Mas seus pais não o queriam.
Era um dia de chuva quando jogaram o menino no rio. E ele desceu rio afora... Esse mesmo rio passava aos fundos do campus da Universidade de Nova York: um grupo de estudantes viu a criança dentro do rio, numa caixa de isopor e resgataram ele. E notaram alguma coisa diferente nele: o tal menino tinha grandes poderes. No dia seguinte, todo mundo da classe que salvara o menino tinha superpoderes, menos a professora. Os estudantes estavam pensando que a mãe do menino era a professora, pois os alunos Paul  e Marcia tinham visto a mestre chorando no começo de uma aula, alguns anos antes. Aliás, esses dois alunos tinham o poder de lançar raios vermelhos pelos olhos e de correr muito...
O menino cresceu e demonstrou ter o poder de sumir de um lado e aparecer em outro. Seu nome era Tobias. O tempo passou, e, anos depois, soube-se que a professora era mesmo a mãe do menino: ela, quando abandonou a criança, não tinha condições de criá-lo.
Quando suas condições de vida melhoraram, ela procurou muito, e encontrou seu filho: pediu desculpas, mas ele não aceitou. Tobias queria respostas, queria saber quem era seu pai. Na verdade, o pai de Tobias era alcoólatra, violento; tinha pressionado a mãe a jogar o filho no rio.
O tempo cruzou e quando se viu Tobias era um homem feito: já tinha 34 anos.  O dia estava frio, nevava, alguém bateu à porta de Tobias: era um velho senhor, com frio e fome. Tobias convidou a entrar, deu-lhe comida e um cobertor, perguntou qual era o nome do velho. Conversaram, e soube-se que o mendigo tinha um filho que abandonara no mundo.
- Quantos anos tinha seu filho da última vez que o viu?
- Da última vez que o vi, ele estava no hospital: era recém-nascido. É uma história triste, eu joguei ele no rio em Nova York. Ele foi rio abaixo, dentro de uma caixa de isopor. O rio passava perto de uma universidade... Não sei o que houve com ele.
- Meu pais também me jogaram ao rio e até hoje ainda não conheço eles.
Depois que o velho foi embora, Tobias pensou que poderia ser filho daquele senhor. Resolveu procurá-lo, solicitou um teste de DNA, o senhor aceitou fazê-lo. E não é que o teste comprovou que Adam, esse era o nome do senhor, era mesmo o pai de Tobias?!
O perdão falou mais alto: Tobias abraçou seu velho pai. De agora em diante tinha alguém de seu próprio sangue a quem chamar de pai. Durante toda uma vida não sabia direito o sentido da palavra ‘’pai’’. Agora talvez descobria. Tarde na vida, mas antes tarde que nunca.
Para falar bem a verdade, o maior presente de Tobias era outra coisa: o perdão. Perdoar é a coisa mais difícil na  vida. E ele perdoou a quem não teve compaixão por ele. Para perdoar é preciso jogar fora o orgulho. Dali para frente, Tobias começou a ser um homem mais feliz. E decidiu permitir que os dias de vida de sua mãe também fossem mais felizes: procurou por ela, e disse que a perdoaria pelos erros do passado. Talvez ele tivesse algum irmão. E pensou: se eu tiver um irmão, será que é parecido comigo?
Quando voltou para casa, depois de perdoar sua mãe, olhou-se ao espelho, e sorriu: era, sim, um grande homem! Um herói!

Gabriel Machado, 6º ano III, matutino.

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