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13 de set. de 2012

Alunos do Amélia visitam colônia japonesa de SC


Você sabe o que é um “origami”? Origami (do japonês: 折り紙, de oru, "dobrar", e kami, "papel") é a arte tradicional e secular japonesa de dobrar o papel, criando representações de determinados seres ou objetos com as dobras geométricas de uma peça de papel, sem cortá-la ou colá-la. Segundo a cultura japonesa, aquele que fizer mil origamis da garça de papel japonesa (Tsuru, "garça") teria um pedido realizado - crença esta popularizada pela história de Sadako Sasaki, vítima da bomba atômica.

Os alunos do 6º 1 fizeram uma viagem de estudos para a maior colônia japonesa do Estado de Santa Catarina, na cidade de Frei Rogério, na Vila Celso Ramos, para concretizar o estudo sobre o origami, num trabalho multidisciplinar de matemática e arte, que deverá ser apresentado na Feira de Matemática 2012 com o título “Tsuru no mundo da matemática.”

Cerca de 80 famílias moram e trabalham nesta comunidade, principalmente no cultivo de pêra e maça fuji. Para celebrar a florada da cerejeira, a vila realiza a “Sakura Matsuri”, um evento em que eles apresentam a cultura japonesa para os visitantes (danças, lutas, jogos, gastronomia, entre outros)

Aproveitando o momento, os alunos também visitaram o Parque Sino da Paz, na mesma comunidade. O local dedica-se a manter viva a memória dos sobreviventes das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki, com painéis e um vídeo informativo. Por cerca de meia hora, tiveram uma palestra com o senhor Kazumi Ogawa, 83 anos, um dos sobreviventes da 2ª Guerra Mundial. “Tinha um pouco mais do que a idade de vocês quando lançaram a bomba na minha cidade (Nagasaki). Durante a guerra, íamos à aula uma vez por semana e as outras seis éramos obrigados a trabalhar na fabricação de armas para a guerra. No dia que lançaram a bomba (09 de agosto de 1945), me atrasei para ir ao serviço e perdi a balsa. Perdi quase todos meus amigos e sofri com a radiação deixada pela bomba. Depois resolvi vir para a América, primeiro nos EUA e depois no Brasil. Aqui é um país de paz e quero que vocês façam de tudo para que este país continue a ser assim” , afirmou Ogawa.













31 de mai. de 2012

Comunicação: uma forma de linguagem


Os alunos dos 4ª anos, das professoras Lucia e Rosabel, fizeram uma visita a Rádio Piratuba Fm para conhecer  sua dinâmica, funcionamento e atividade junto a comunidade piratubense. A comunicação via “rádio” é uma das mais antigas da “Era das Comunicações” (Séculos XX e XXI). Os meios de comunicação são tema de estudo da linguagem virtual da apostila “Aprende Brasil”. Hoje, a informática possibilita novas formas de comunicação e  conhecimento através da internet, onde áudio, vídeo e texto se fundem num único meio de comunicação.







28 de mar. de 2012

Alunos da 7ª 1 visitaram a UNOESC


Os alunos da 7ª série I estão desenvolvendo um trabalho de matemática sobre a “Evolução da Educação no País”, enfatizando as profissões que estão em destaque. Como parte deste estudo, fizeram uma visita na  UNOESC em Joaçaba no dia 21/03 para conhecer os laboratórios de Tecnologias e Gerenciamento de Dados, Fotografia, Rádio, Engenharia Elétrica, Mecânica e Civil, Ortodontia, Anatomia, Biologia e Fisioterapia.Também visitaram a quadra da Escola de Samba Vale Samba. O trabalho será apresentado na Feira de Matemática.







Visita á Usina...


Os alunos das 8ª I, II e III, realizaram a visitação na Usina Hidrelétrica de Machadinho, orientados pelas professoras Elaine Carvalho e Patrícia Duarte, no dia 21 de Março.  
A visita teve como objetivo, mostrar aos alunos um pouco sobre o funcionamento da Usina, sua importância para o desenvolvimento do nosso município, e principalmente colher informações para a produção textual do Concurso de Redação do Consórcio Machadinho, que neste ano tem como tema “Os 10 anos da Usina”.



20 de mai. de 2010

Alunos visitam casa da memória























"O tempo é minha matéria, o tempo presente;os homens presentes, a vida presente." autor desconhecido

Os alunos da 8ªs séries (matutino) da Escola Amélia Poletto Hepp, estiveram visitando as dependências da Casa da Memória, do nosso município, que recentemnete foi inaugurada, sendo esta mais uma fonte de conhecimento da história local.

Especificamente a disciplina de História enfatizou as questões ligadas da importância de estudar-se a história local onde levantou-se dados de fontes dos que fizeram história em especial as memórias e relatos de gente viva sobre o pasado.
Sendo assim a importância de nos debruçar sobre o local, como o lugar onde se passa a vida; como o espaço percebido do cotidiano, das vizinhanças; palco de dores, conflitos e solidariedades, de confronto e diálago entre representações e práticas; onde se fazem e re-fazem as relações sociais e, se controem as identidades pessoais e coletivas.

Enquanto docente da disciplina de História procurei enfatizar, por via de regra, que as histórias locais costumam deixar boa parte da população à margem do processo de registro histórico. Não existe um sujeito único na história. Nenhum espaço social se constroi apenas com a colaboração de alguns grupos, familias ou pessoas. O cenário local possui marcas indeléveis de todos os segmentos que formaram ou formam os patrimonios locais, aqui em especial a historicidade do povo Piratubense, que passa a ter registro na casa da memória esta com a perspectiva sugerida por vários históriadores que o local pode tornar-se "uma janela para o mundo ".

8ª I, em frente a casa da memória

São João

Arraia da nossa escola que ocorreu no dia 13-07-2024... Eta trem bão de mais.