Páginas

10 de nov. de 2014

Viagem de estudos

  No dia 06/11/14 os alunos do 8º ano realizaram uma visita a Universidade do Contestado- Concórdia, juntos com as professoras Ana Bressan,Ana Silveira,Ana Giequelin e Cristiane Koch. Na visitação os alunos tiveram a oportunidade de conhecer vários laboratórios do campus relacionados com a disciplina e conteúdo de ciências. Durante a atividade os alunos receberam explicações e também visualizaram na prática conteúdos já estudados nas disciplinas.                                                
         Nesta atividade os alunos tiveram a oportunidade também de visitar a rádio da Universidade, assunto estudado no bimestre na disciplina de Língua Portuguesa. Esta visitação foi uma atividade bem significativa e proveitosa, a qual os alunos gostaram de participar.


6 de nov. de 2014

Jovem Escritor! Edição 11/2014


Caminhos cruzados

Hoje é o aniversário de mamãe. É um dia sagrado para mim: sem ela, eu nada seria. E minha vida só existe porque um dia ela decidiu trilhar novos caminhos. Mas para contar isso, precisarei falar de outra pessoa que também é divina para mim: meu pai.

Há muitos anos, quando ainda era pequena, eu ajudava minha mãe a cuidar de meus irmãos. E, na hora do almoço, levava o alimento ao meu pai. Enquanto ele não chegava, eu observava as árvores, as flores, os pássaros e cantava. Então, de repente, ele vinha: sentava-se numa pedra, comia a refeição. E eu ficava olhando ele almoçar. Depois do almoço ele olhava para mim e começava a contar histórias. Uma dessas histórias eu vou contar agora: é sobre o dia em que ele conheceu minha mãe.

‘’Quando eu era pequeno, meus pais me levaram a uma festa: lá conheci sua mãe. Enquanto nossos pais conversavam, eu e sua mãe fomos brincar. Quando eu voltei para casa, não conseguia esquecer sua mãe, com aquele sorriso lindo, com o jeito dela de pegar as coisas: e seus olhos brilhando.

No dia seguinte eu fui para a escola. Ela sentava-se bem na frente, com uma amiga. Então eu pedi para a amiga dela entregar-lhe uma carta: disse que gostava muito dela e que a sua imagem não saía da minha cabeça. Então sua mãe leu a carta, olhou para trás e, no belo sorriso que deu, dava para ver que ela estava feliz com o que eu havia escrito para ela. Os olhos dela brilhavam, brilhavam.

No dia seguinte, quando cheguei à escola, percebi que ela não estava. Então fui para casa, perguntei a meu pai onde que a família dela havia ido. Ele me disse que haviam se mudado. Eu fiquei muito triste. Mas um bom tempo se passou e eu não tinha mais notícias dela. Um dia, quando eu ia para a igreja, encontrei aquela amiga dela: e recebi uma carta que sua mãe tinha escrito para mim. A carta dizia que ela tinha gostado muito de minha atitude, em ter me declarado para ela. Também falava que ia se mudar e não sabia como me dizer isso. Dizia que não quis me avisar porque não queria ferir meus sentimentos e que tinha percebido que eu estava muito feliz. Mesmo assim, longe um do outro, eu comecei a ficar mais feliz, porque sabia, de certeza, que ela também gostava de mim.

O tempo passou, era domingo de manhã, eu estava conversando com meus amigos, veio uma menina linda: percebi que não era estranha, que já tinha visto aquele sorriso em algum lugar. Então aquela linda menina começou a chegar mais perto, calmamente. Ela chegou, perguntou se me lembrava dela. Mas, diante de tanta alegria,  fiquei confuso e perguntei um ‘’quem é você?’’ Ela pegou um papel, entregou-me e sorriu. Abri o papel e vi que era a carta que mandei para sua mãe. Começamos a conversar. Sua mãe comentou que estava com saudades e que não tinha me esquecido. Anos e anos se passaram, e um dia eu pedi a mão dela em casamento. Ela aceitou.

Mas, quando faltava uma semana para o casamento, aconteceu algo ruim: a mãe dela faleceu. Foram dias de choro, de dor. Então remarquei a data do casamento. Quando o grande dia chegou, fiquei muito nervoso. Mas quando vi sua mãe vestida de noiva, toda de branco, com os olhos cheios de felicidade e um belo sorriso no rosto, parecia que tudo tinha mudado: eu era o homem mais feliz do mundo. Os anos se passaram, tivemos filhos lindos e uma filha linda: você.’’

Então ele acabou de contar a história, voltei para casa. O tempo passou, eu me casei, tive duas meninas. Quando ninguém esperava, meus pais se separaram. Eu ficava pensando o porquê dessa separação, pois eles tinham vivido uma linda história de amor. Um dia perguntei a minha mãe por que eles tinham se separado. Ela disse que papai havia se tornado um jogador de cartas, apostava o que tinha. E isso se tornou um vício, levando-o a perder todos os bens que possuíam. Então ela pediu divórcio.

 É difícil a um filho ver seus pais separados. É difícil... Minhas filhas cresceram, e um dia contei isso a elas. Todas as vezes em que conto esse fato, a família fica atenta, para escutá-lo, e todos se emocionam.

Mas mesmo que meus pais não estejam mais juntos, sei que tudo valeu a pena. Porque, afinal, eles permitiram que mais alguém pudesse conhecer essa vida: eu! E não pode haver filme mais bonito que a experiência de viver. E viver bem cada dia, para que haja muita história para contar. Principalmente de novas histórias que nascem quando dois caminhos se cruzam...

Amanda Port Zastrow. 7 ano II.Matutino.

3 de nov. de 2014

Amélia´s Halloween

Halloween (considerado o dia das bruxas e comemorado no dia 31-10) é um costume muito antigo, teve origem na Irlanda. É um dos feriados preferidos das crianças americanas, onde se vestem com fantasias e máscaras e saem nas casas dizendo gostosuras ou travessuras.
No Brasil a festa acontece a mais de 30 anos, difundida pelas escolas de inglês.
Na escola Amélia comemoramos pela quinta vez o Halloween nesta sexta-feira dia 31-10-14, tendo como objetivo promover o conhecimento das manifestações culturais do povo americano, desenvolvendo a criatividade e trabalho em grupo, incentivando o interesse pela Língua Inglesa através do conhecimento sobre o tema, trabalhando pronúncia e vocabulário.
Além de apresentações engraçadas, neste ano aconteceu o IV concurso de fantasias de Halloween.

Vale ressaltar que é apenas uma manifestação cultural folclórica onde as pessoas se divertem, e em nossa escola não temos outro objetivo a não ser criar atividades divertidas, procurando sempre o aprendizado e lado bom das tarefas!




22 de out. de 2014

Momento Cultural de Séries Iniciais!

O Momento Cultural da Escola aconteceu no dia 10 de outubro. Com o objetivo mostrar para a comunidade escolar o que vem sendo trabalhado em sala de aula. Além de proporcionar momentos de descontração, atraiu todos os alunos dos anos iniciais a subirem  ao palco e  mostrar seus talentos . Contamos Também com a visita da "Abelhinha" do Programa União Faz a Vida para entregar uma lembrança pelo dia da Criança.




Parabéns aos alunos pela bela apresentação!



Jovem Escritor!Edição 10/2014!

Herói

O menino tinha nascido num hospital de Nova York, nos Estados Unidos da América. Mas seus pais não o queriam.
Era um dia de chuva quando jogaram o menino no rio. E ele desceu rio afora... Esse mesmo rio passava aos fundos do campus da Universidade de Nova York: um grupo de estudantes viu a criança dentro do rio, numa caixa de isopor e resgataram ele. E notaram alguma coisa diferente nele: o tal menino tinha grandes poderes. No dia seguinte, todo mundo da classe que salvara o menino tinha superpoderes, menos a professora. Os estudantes estavam pensando que a mãe do menino era a professora, pois os alunos Paul  e Marcia tinham visto a mestre chorando no começo de uma aula, alguns anos antes. Aliás, esses dois alunos tinham o poder de lançar raios vermelhos pelos olhos e de correr muito...
O menino cresceu e demonstrou ter o poder de sumir de um lado e aparecer em outro. Seu nome era Tobias. O tempo passou, e, anos depois, soube-se que a professora era mesmo a mãe do menino: ela, quando abandonou a criança, não tinha condições de criá-lo.
Quando suas condições de vida melhoraram, ela procurou muito, e encontrou seu filho: pediu desculpas, mas ele não aceitou. Tobias queria respostas, queria saber quem era seu pai. Na verdade, o pai de Tobias era alcoólatra, violento; tinha pressionado a mãe a jogar o filho no rio.
O tempo cruzou e quando se viu Tobias era um homem feito: já tinha 34 anos.  O dia estava frio, nevava, alguém bateu à porta de Tobias: era um velho senhor, com frio e fome. Tobias convidou a entrar, deu-lhe comida e um cobertor, perguntou qual era o nome do velho. Conversaram, e soube-se que o mendigo tinha um filho que abandonara no mundo.
- Quantos anos tinha seu filho da última vez que o viu?
- Da última vez que o vi, ele estava no hospital: era recém-nascido. É uma história triste, eu joguei ele no rio em Nova York. Ele foi rio abaixo, dentro de uma caixa de isopor. O rio passava perto de uma universidade... Não sei o que houve com ele.
- Meu pais também me jogaram ao rio e até hoje ainda não conheço eles.
Depois que o velho foi embora, Tobias pensou que poderia ser filho daquele senhor. Resolveu procurá-lo, solicitou um teste de DNA, o senhor aceitou fazê-lo. E não é que o teste comprovou que Adam, esse era o nome do senhor, era mesmo o pai de Tobias?!
O perdão falou mais alto: Tobias abraçou seu velho pai. De agora em diante tinha alguém de seu próprio sangue a quem chamar de pai. Durante toda uma vida não sabia direito o sentido da palavra ‘’pai’’. Agora talvez descobria. Tarde na vida, mas antes tarde que nunca.
Para falar bem a verdade, o maior presente de Tobias era outra coisa: o perdão. Perdoar é a coisa mais difícil na  vida. E ele perdoou a quem não teve compaixão por ele. Para perdoar é preciso jogar fora o orgulho. Dali para frente, Tobias começou a ser um homem mais feliz. E decidiu permitir que os dias de vida de sua mãe também fossem mais felizes: procurou por ela, e disse que a perdoaria pelos erros do passado. Talvez ele tivesse algum irmão. E pensou: se eu tiver um irmão, será que é parecido comigo?
Quando voltou para casa, depois de perdoar sua mãe, olhou-se ao espelho, e sorriu: era, sim, um grande homem! Um herói!

Gabriel Machado, 6º ano III, matutino.

10 de out. de 2014

PROJETO POESIA TEM TUDO A VER


PROJETO POESIA TEM TUDO A VER

O III Concurso de declamação de Poesias da Escola Amélia Poletto Hepp aconteceu no dia 03 de outubro. Com o objetivo de incentivar o estudo da poesia, a criatividade, a oralidade e descobrindo novos talentos o concurso atraiu a maioria dos alunos dos anos finais a subirem ao palco do anfiteatro do centro de eventos da cidade para declamar poesias de suas escolhas e concorrer ao 1º, 2° ou 3º lugar entre as categorias 6º, 7º e 8º anos, em subcategorias individual e dupla ou trio.
O projeto, em sua terceira edição contou com o apoio da secretaria municipal de educação, APP da escola e Consórcio Machadinho para premiação.

No período matutino os vencedores são:
Categoria A 6º ano Dupla ou trio:
1º lugar: João Pedro e Wollison Felipe; 2º lugar: Gabrielly Andreolla e Eduarda Beatriz Martinazzo; 3º lugar: Larissa Rodrigues, Gabriela Cristina da Silveira e Gisely Frisch.
Categoria Individual: 1º lugar: Gabrielly Andreolla; 2º lugar: Pedro Henrique Potrich; 3º lugar: João Gabriel Azeredo.

Categoria B 7º ano Dupla ou trio:
1º lugar: Henrique Marcon, Mikael Henrique Deon, Samuel Dalmagro; 2º lugar:Micheli Minks, Gustavo Trindade e Laressa da Silva; 3º lugar: Ahdassa Ferreira Brandão e Amanda Emanuele Port Zastrow.
Categoria Individual: 1º lugar: Ahdassa Ferreira Brandão; 2º lugar: Micheli Minks;3º lugar:Tabata Fernanda Damacena.

Categoria C 8º ano Dupla ou trio:
1º lugar: Andressa Sales do Carmo, Layla Fernanda Giacomim e Maria Eduarda Potter Fries; 2º lugar: Ana Luiza Fries, Eduarda Cristina Eggers Koch e Larissa Agostini; 3º lugar: Gabriela Daneleski e Letícia Fontanela.
Categoria Individual: 1º lugar: Gabriela Daneleski; 2º lugar: Gabriel Dal Santo dos Santos; 3º lugar: Ana Luiza Fries.

No período Vespertino os vencedores são:
Categoria A 6º ano Dupla ou trio:
1º lugar: Maira Pereira dos Santos e Larissa Gerhardt de Morais; 2º lugar: Vitória Regina Streit e Gabrielly Gomes; 3º lugar: Kauane Maria França Pilatti e Stephanie Borela Gonçalves .
Categoria Individual: 1º lugar: Pedro Henrique Giequelin Silveira; 2º lugar: Francielle Koch; 3º lugar: Natália Fries.

Categoria B 7º ano Dupla ou trio:
1º lugar: Higor Felipe Banholine, Lilian Gauger e Luana dos santos Martins; 2º lugar: Bruno Schiochet e Grigor Kilquer; 3º lugar: Regina Venite e Kettelin de Souza.
Categoria Individual: 1º lugar: Higor Felipe Banholine; 2º lugar: Luana dos Santos martins;3º lugar: Ruan Pablo Rodrigues de Barros.

Categoria C 8º ano Dupla ou trio:
1º lugar: Marcelo Henrique Lenhardt e Anderson Gonçalves; 2º lugar: Taylor Vinícius Bleichuvech e André Luiz Monteiro Willrich; 3º lugar:Liliana Carla Zitta e Mateus Henrique Weber Peise.
 Categoria Individual: 1º lugar: Rodimar Bernardi Almeida; 2º lugar:Lucas Pilatti;3º lugar: Guilherme Borin.
 

Os alunos estão de parabéns pelas belas apresentações e superação. Assim como os professores da escola que contribuíram com o evento!

 



 

 

9 de out. de 2014

Jovem escritor! Edição 09/2014

MENINO POR UMA CORRIDA

Meu nome é Maria. Moro em um vilarejo calmo, rodeado por pastos verdes, no interior de Santa Catarina. Nasci em uma época em que apenas os homens eram valorizados no atletismo: mas consegui participar de uma corrida. De um jeito estranho, mas consegui.Era quase ao cair da noite, meu pai, um comerciante, chegava do trabalho, mamãe fazia sopa de lentilha com carne, meu irmão gêmeo treinava para as competições de atletismo. E eu, por entre verdes pastos, levava um balde, a caminho da nossa vaca, Pechincha. (O nome dela era assim porque custou uma pechincha mesmo!). Comecei a tirar o leite, quando ouvi um grito: pela voz e pelo choro que logo começou, dava para saber que era meu irmão. Abandonei o balde e a vaca, e corri em direção ao Ítalo. Enquanto corria, um sentimento horrível me envolvia, e eu sentia como se algo muito ruim fosse acontecer. Meu coração foi frágil naqueles instantes: uma lágrima já rolava pelo meu rosto. Quando cheguei em casa, Ítalo, deitado na grama, gemia de dor. Papai e mamãe não ouviram o grito dele: conversavam sobre assuntos da política local, como sempre! Ajudei-o a se levantar: estendi a mão e ele a agarrou com força. Puxei-o, mas quando depositou o peso do corpo sobre as pernas, caiu novamente. Disse a ele que provavelmente havia quebrado a perna ou o pé. Meu irmão ficou pálido: e eu vi uma ponta de preocupação em seus olhos. Depois, chamei meus pais. Eles, correndo, foram socorrer Ítalo. Eu os segui, o coração apertado, tenso. Durante o jantar, tudo muito respeitoso, eu percebi que Ítalo, a perna enfaixada, fraturada pela queda que teve enquanto corria, tinha os olhos cheios de medo. Ao final do jantar, meu pai começou uma conversa que meu irmão com certeza não queria ouvir: não dava para participar das competições de atletismo. Ítalo, tenso, disse que precisava contar algo, mas que antes pedia que eu não o ‘’matasse’’. Ele, com voz trêmula, disse que um menino da escola havia lhe mostrado uma moeda de outro país. E que havia recebido-a  por ter vencido uma corrida. Então Ítalo desafiara o menino, dizendo-lhe que era o mais veloz. Se Ítalo ganhasse a aposta, ganharia do menino a moeda. Mas se perdesse, pagaria 5 moedas do dinheiro da época. Mamãe ficou uma fera de brava! Desesperei-me, sentia um calor imenso correr em minhas veias: queria mesmo era bater em Ítalo, pois dinheiro era coisa escassa em nossas vidas.
Na manhã seguinte perguntei o porquê daquela aposta sem sentido que ele fizera: pediu desculpas, dizendo ter agido sem pensar. Questionei se não tinha como mudar a aposta: o tal menino disse que vira papai alterando a data de validade de alguns produtos de nosso mercado, e que, se Ítalo fosse menos rápido que ele e não pagasse a aposta, ele denunciaria o nosso pai, e, com certeza, o mercado fecharia. Mas, do nada, tive uma ideia. Pulei da cama, fui encontrar-me com papai: eu e Ítalo éramos gêmeos, e, se eu cortasse o cabelo, poderia correr no lugar dele. Eu corria muito bem, e sabia que era minha vez de provar que uma mulher podia participar de uma corrida em igualdade com os homens. Mamãe cortou meus cabelos e fui treinar, correndo pelos campos.
No dia da competição, Jorge (esse era o nome do menino), perguntou se eu estava ‘’preparado’’ para perder. Mas, por sorte!, para evitar que eu falasse e ele percebesse que eu não era Ítalo, foi anunciado o início da competição. Inicialmente ele me ultrapassou, depois, ganhei fôlego e o deixei para trás. Eu perdi a competição: havia garotos mais velozes que eu. Nem me importei. Afinal, ele também não ganhou: livrei meu irmão do prejuízo. Minhas amigas, vendo meu cabelo curto, viraram-me as costas: naquela época, impensável a uma mulher usar cabelo curto. E confesso: de volta para casa, desabafei minhas mágoas com a vaquinha Pechincha - ela escutava-me, mesmo sem entender nada!
Agora, ao sentir esses ventos de outros tempos, vejo que não mudei o mundo, mas mudei o meu mundo: cortei meu cabelo e com ele, libertei-me. Prometi pregar uma em peça Ítalo, por tudo que eu tinha passado pelo meu irmão, pois mesmo tendo sido uma oportunidade de fazer o que queria, corri sérios riscos. Mas desisti de pregar uma ‘’peça’’ em meu irmão: a flor do perdão é a mais nobre das flores. E perdoar, a maior conquista de um ser humano, pois só há perdão onde há um coração cheio de amor.

Ahdassa Ferreira Brandão. 7º ano II, matutino.

São João

Arraia da nossa escola que ocorreu no dia 13-07-2024... Eta trem bão de mais.